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Conheça as bancas
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 Armazém Camel – Loja 155 Almir José da Silveira, 47 anos, está há 4 anos no Mercado Público, mais precisamente nesta banca, Ele veio de Santa Cruz, onde trabalhava com plantação de fumo, diretamente para o Mercado. O motivo da vinda para Porto Alegre é que a agricultura estava ficando cada vez pior. Os cunhados, que são seis só pelo lado da esposa, também trabalham no Mercado, alguns até há mais de 20 anos, também influenciaram na sua decisão. Era como reunir a família, diz. A banca já existia, foi comprada por ele e o irmão, também da Banca 48, em sociedade que já existia quando ele ainda estava em Santa Cruz: “Eu cuidava lá e ele aqui”, informa. Mas primeiro, quando compraram o ponto ainda trabalharam durante um ano como bar. “Depois mudamos para armazém e fruteira. Só depois de seis meses que ficou só como armazém”, recorda. No Armazém Camel os clientes encontram embalagens, confeitarias, artigos para festas, chocolate e produtos de confeitaria, há aproximadamente sete anos, tempo exato que os irmãos vêm trabalhando juntos. Almir acha que uma das coisas que poderia melhorar é ter mais opções de bancos, caixas eletrônicos, além do Banrisul, “porque tem gente que trabalha com outros bancos”, argumenta. Mesmo assim, com o Banrisul acha que já melhorou bastante. E sugere também uma farmácia. Quanto à limpeza, acha que deixa a desejar, assim como a própria segurança. Mas, no geral, diz que está gostando. “Já aprendi muito aqui, é uma escola pra gente, junto com o povo, as malandragens do comércio”
CARTÃO DE CRÉDITO: VISA, MASTER, BANRICOMPRAS TELEFONES: 30280816 – 3212.3953 TELE-ENTREGA NAS PROXIMIDADES, PARA MAIS LONGE TEM SERVIÇO DE MOTO-BOY |
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Banca 12 Heitor Nicolini, 61 anos, o titular da banca, tem muitas histórias para contar. Está no Mercado desde 1964, quando começou a trabalhar com Dante Mabília, da Banca 44, que vendia sorvetes. “Com ele é que aprendi a trabalhar”, diz. Ele conta que a Banca 12 existe no mesmo local desde 1962. Começou em sociedade com o tio Desidério de Paoli. Foi durante a reforma do Mercado, período de muitas dificuldades, recorda. Mas segurou o “tirão”, como ele diz e foi em frente. A banca, diz Heitor, era de secos e molhados e foi aí que ele deu o pulo do gato: começou a trabalhar com produtos naturais, que na época ninguém tinha no Mercado. Foi se diversificando e especializando a medida que a tendência por este tipo de alimentação foi crescendo.
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Armazém do Confeiteiro Sérgio Lorenzo Rosa, um dos antigos donos da banca, conta que o conceito do Armazém do Confeiteiro começou na reforma do Mercado, concluída em 1996, com seu pai, Renato Rosa. A banca, antiga peixaria SINPRO, ficava onde é exatamente a banca de revista Ban-Bang, na entrada do Mercado, junto aos terminais de ônibus da Praça Parobé. Na reforma foi uma das poucas bancas que teve alteração de atividade aprovada pela equipe do projeto.
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Armazém do Mercado - Lojas 1 e 3 Manuel Carvalhal se emociona quando fala do pai e mestre com quem viveu até os 17 anos. O adolescente veio da pequena cidade de Benavente para o Brasil em 1963, trazido para trabalhar no Café Municipal, de propriedade do tio responsável por sua vinda. Depois se ausentou do Mercado por muito tempo, voltando em 1987 para trabalhar com o açougue onde antes era o antigo Frigorífico Riograndense, um dos mais antigos da cidade. Conta que mesmo durante a reforma dos anos 90 continuou no mesmo lugar e trabalhando. Mas em novembro de 2001 trocou de ramo, passando a trabalhar com cereais e produtos naturais. Nascia o Armazém do Mercado.
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Banca 47
Ari Sauer está há 24 anos nesta banca que tem muitas histórias para contar. Ele tem vários irmãos e parentes no Mercado Público. Domingos, o mais velho está no Mercado há mais de 40 anos e foi quem trouxe os outros, de Lajeado, para trabalhar na sua banca, a então banca 17.
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Padaria Pão de Açúcar
A padaria já está fazendo 60 anos de Mercado, sendo um dos pontos mais movimentados. O produto mais tradicional da Padaria, entre os lanches, é o Farroupilha, um típico lanche gaúcho, a começar pelo nome. Presunto, queijo e manteiga.
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Lancheria Luz – Lojas 145-147
A antiga lancheria foi fundada em 1966 por um italiano, depois passou para Darci Pereira da Luz, da onde surgiu o atual nome do estabe-lecimento. José Farias e Geovani farias, atuais proprietários já estão no lugar há uns 20 anos.
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Açougue Pozzebon - Loja 25 – Externo
A banca pertence a dois sócios, Leoni Pellens e Ildo Poz-zebon. A sociedade vem desde a época da reforma do Mercado, em 1996, ainda com o nome da antiga banca, de Rossetti, Pozzebon.
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Mercado Doce Loja 81 Quando era criança, Jane Vieira acompanhava sua mãe que trabalhava na banca 25 e trazia de casa um pote cheio de balas e bombons. Como não havia uma loja com estes artigos no Mercado ela foi crescendo tendo esta vontade de montar a sua loja de doces.
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Taberna 32 Quando saiu do interior de Santo Antonio da Patrulha, Claudemiro Adam estava então com 17 anos de idade. |
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Banca 17 Pioneiro da família Sauer no Mercado Público, Domingos Sauer chegou por aqui no ano de 1968. |
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Restaurante Santa Cruz José dos Santos Loureiro é português, da cidade do Porto, e chegou ao Brasil em 1957. Em Porto Alegre começou trabalhando no Antigo Mercado livre vendendo verduras, durante aproximadamente dois anos. |
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Bar e restaurante Castelo
João Carlos Feiten, 43 anos é o proprietário desde junho de 2001. Antes, informa o dono era o “Garrincha”, que segundo ele, “todo mundo em volta do Mercado conhece” e depois um “tal de César”. |
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Loja da Reforma Agrária
O espaço, conhecido como Loja da Reforma Agrária, existe desde 2002 e, na verdade e o nome fantasia da Cooperativa Central dos Assentados do Estado do Rio Grande do Sul – COOCEARGS,embora tenha também outras cooperativas vinculadas. |
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Peixaria São Lourenço
João Carlos Leal de Lima, 62 anos, está desde1962 no Mercado. A peixaria era do seu pai que, como era funcionário púlbico da Prefeitura, não podia ter banca. |
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Agropecuária De Paoli
Arnélio Pedro de Paoli, mais conhecido como Arno,vai fazer 70 em outubro. O guerreiro já trabalhou com fruteira, artigos de umbanda, secos e molhados, depois com açougue e agora com agro-pecuária. |
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Os "Tomaterios" do Mercado 
Antes da reforma, eles ficavam exatamente nas quatro entradas do Mercado Público com suas pequenas banquinhas, o que conferia um aspecto típico do comércio popular e informal, característica básica dos mercados e feiras. |
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Café do Mercado O Café quando começou, literalmente abriu mercado: não havia nenhum tradição da venda de café moído na hora (a principal tendência de mercado na época) e na frente ficava os chamados “tomateiros”, que vendiam verduras. Rolava tomates pelo chão, o local era considerado o pior lugar do Mercado e a banca é a que possui a menor área.
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